Igreja da Nossa Senhora da Apresentação

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Data festiva
2 de fevereiro: Nossa Sra da Apresentação

Senhor Barrocas igreja cruz octogonal

Capela do Senhor das Barrocas

Planta composta por nave octogonal e capela-mor retangular, de dois registos separados por cornijas proeminentes e sacristia rectangular mais baixa. Volumes articulados com cobertura, de telha, hexagonal na nave e de três águas na sacristia. No interior, espaço unitário concebido pela literal concordância da ordem arquitectónica, desenvolvendo um estilizado friso dórico, com métopas e triglifos, onde em cada segmento se marcam cinco arcarias cegas, duas preenchidas por retábulos, e a última com profunda abertura, localizando a capela-mor com retábulo de talha dourada. O retábulo-mor, formado por tripla colunata, coroamento e nicho central que abriga o padroeiro da capela, é elevado pela abertura inferior de dois vãos de remate curvo, que dão acesso à sacristia revestido de tecto apainelado policromado, com arcaz, lavatório, crucifixo e ex-votos. (in monumentos.gov.pt)

Data festiva
Domingo da Exaltação da Santa Cruz

gonçalinho Beira-mar cavacas santo casamenteiro

Capela de São Gonçalinho

Planta centralizada, composta por planta hexagonal que incorpora novo hexágono no enfiamento do eixo axial principal, correspondendo à sacristia. Na fachada principal, toda de cantaria, rasga-se portal estendendo as suas molduras arquitectónicas a todo o pano vertical, desenvolvendo um sistema de duplas pilastras e duplo entablamento arquitravado, toscano, coroado por nicho central com pequena edícula de remate adintelado, duplas pilastras coríntias - sendo as exteriores caneladas - ladeado por dois janelões triangulares e duas volutas estilizadas. Acima da estrutura adintelada dos panos verticais da igreja levanta-se a cúpula de sectores com lunetas, inscrevendo ao centro chave ou florão. Por baixo do alto embasamento do altar-mor tem-se acesso à sacristia, de planta quadrangular e cobertura oitavada incluindo rodapé de azulejaria, lavatório e pequeno nicho com cimalha recta. (in monumentos.gov.pt)

Data festiva
10 de janeiro: São Gonçalinho

sá barrocas senhora alegria mártir são sebastião mareantes

Capela de Nossa Senhora da Alegria

Planta rectangular, composta por dois corpos correspondendo a nave e sacristia posterior que se prolonga, lateralmente, até meio do alçado da nave. Volumes articulados e cobertura diferenciada em telhados de duas águas, com remate triangular marcando a parede fundeira da nave e corpo rebaixado com cobertura de três águas. Fachada principal de grande depuração com portal axial rectangular constituído por colunas geminadas dóricas, assentes em plinto e base quadrangular, fuste estriado com marcação de terço inferior, capitéis lisos com pés direitos e lintéis de arestas boleadas com cimalha superior. No interior de nave única, revestida a azulejaria polícroma de padronagem; púlpito ao Evangelho, de base pronunciada piramidal e decorada com molduras, com guardas de madeira, torneadas e simples; dois retábulos laterais de remates circulares e arco cruzeiro exíguo, ogival, com capitéis de motivos vegetalistas. Capela-mor, também revestida a azulejos de padronagem, com retábulo parietal sobre alto embasamento, com predela corrida e registo único organizado em três panos verticais dividindo, por colunas coríntias, três nichos albergando estatuária.(in monumentos.gov.pt)

Data festiva
20 janeiro: Mártir São Sebastião
15 agosto: Nossa Sra da Alegria

Senhora das febres Beira-mar são roque cavalhadas sal

Capela da Senhora das Febres

A Capela da Nossa Senhora das Febres, antiga Capela de São Roque situa-se no bairro piscatório da Beira-mar, muito próximo do canal. A Capela de São Roque terá sido edificada em finais do século XVI. É uma construção em pedra e cal, com cobertura em telha, pintada ao gosto popular. A fachada principal, junto à entrada do templo, apresenta dois contrafortes, um de cada lado da porta, que servem de bancos. No interior do templo, ao fundo, encontra-se a capela-mor, com o altar principal, encimado por um retábulo de madeira, pintado de dourado, onde se inscreve a imagem do orago – Nossa Senhora das Febres.
Tradicionalmente a festa celebrava-se sempre no Domingo. O evento era promovido, organizado e financiado pelos marnotos da Ria de Aveiro, que para tal, aceitavam ser mordomos. Uma das suas funções era andar em bateiras, de marinha em marinha, a “tirar a esmola do sal” ou seja, pedir o contributo em sal, para patrocinar os festejos.

Data festiva
8 setembro: Nossa Sra das Febres

Eucaristias

Igreja matriz

3ª a 6ª feira 19h15
Sábado 19h00
Domingo 11h00 e 19h00
Capela Sr das Barrocas Domingo 9h30

Reconciliações

Igreja matriz Sábados, das 17h30 às 18h30
Todos os dias das 9h00 às 11h00 (Pe João Alves às quartas-feiras)

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Telefone

234 422 835

Morada

Largo da Apresentação
3800-106 Aveiro